blog da inventa

E vai ter moda no Paço

 

A criatividade, acredito, é algo inerente a todos nós. (…) De uma forma ou de outra todos podemos criar e muitos o fazem. Sem dúvida, somos mais felizes quando estamos criando, por mais humildes e indistinguíveis que sejam nossos processos de criação.

O autor da frase é Paul Johnson, escritor, jornalista, historiador inglês e autor do livro “Os Criadores”, entre outros.

No sábado, dia 12, os curitibanos podem acompanhar palestra de Roberto Arad sobre o livro de Johnson. O livro trata do processo criativo de diversos expoentes em literatura, artes, moda e outras vertentes. O foco da discussão será o capítulo 13 “A estética de uma casa de botão”, no qual Johnson fala sobre o processo de criação de Balenciaga e Dior.

PALESTRA_DIOR_BALENCIAGA

Então, anote: Sábado, dia 12, às 16h, palestra do Roberto Arad no Paço da Liberdade de Curitiba. A entrada é franca.

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10 de December de 2009 at 14:02 Comments (0)

Credibilidade e Confiança

FHC

Aplaudido de pé pelos participantes do Fórum de Marketing de Curitiba, o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, palestrou sobre Credibilidade e Confiança e começou descontraindo: “Aplauso no começo é perigosíssimo porque o fim pode ser triste”, falou.

Inicialmente, traçou um perfil comparativo entre Winston Churchill e Roosevelt, como forma de exemplificar que existem diversas formas de liderança e líderes.

Sobre Churchill, FHC comentou um pouco de sua trajetória, virtudes e fraquezas, destacando que era um homem de visão conservadora e de perseverança inacreditável. “Foi um batalhador inacreditável”, comentou. Já sobre Roosevelt, explicou sua superação em vencer a paralisia infantil e a poliomielite, suas dificuldades como presidente dos Estados Unidos da América, até entrar na Segunda Guerra Mundial -após o atentado à Pearl Harbor.

Mas… por que a comparação?” Perguntou o próprioFHC a plateia. A resposta do ex-presidente foi simples e objetiva: “Porque há muitos tipos de liderança. Quem não desperta confiança não será seguido”.

Após a introdução com estes grandes líderes, FHC comentou sobre o Plano Real, exemplificando de que forma ganhou credibilidade da população. O plano, que teve 7 projetos anteriores e nenhum aprovado, despertava insegurança inclusive no ex-presidente. Nem governo e nem população acreditavam que, naquela época, o Brasil poderia deixar de sofrer com a inflação. Como o Plano deu certo, FHC ganhou confiança e se tornou presidente. “Eu fiz algumas reformas, o Brasil queria mudar”, disse. Porém, em 1998, a desvalorização da moeda tirou a confiança adquirida pelos anos anteriores (demonstrando que ter credibilidade e confiança não é algo fácil de se conquistar).

Para encerrar o Fórum de Marketing 2009, FHC comentou sobre o momento de transição dos governos e suas dificuldades e ressaltou: “O líder tem que assumir responsabilidades. Você tem que tomar decisões. Quem não tem coragem e convicção de arriscar, é melhor ficar em casa”, finalizou para os mais de 2 mil participantes do encontro em Curitiba. Um fim nada triste. Pelo contrário, um belíssimo fim para este dia cheio de conteúdo.

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30 de November de 2009 at 18:50 Comments (0)

A responsabilidade social da marca

SimonClift

Simon Clift, diretor mundial de marketing da Unilever, marcou presença no Fórum de Marketing de Curitiba com a palestra: “Marketing, Propaganda e Responsabilidade Social”. Com um discurso firme sobre marca, fez na abertura de sua apresentação uma análise sobre tecnologia, de como as crianças se comportavam antigamento e como serão no futuro. “Muitos consumidores jovens passam mais tempo no computador do que na frente da televisão”, avalia.

Clift também enfatizou a importância das ferramentas sociais para uma campanha de marketing, utilizando exemplos já trabalhados pela Unilver como o facebook, twitter, Orkut e Youtube. “As marcas são ponto de encontro entre empresa e consumidor”, ressaltando que as redes sociais integram o público com a marca.

O ponto forte da palestra foi quando Clift abordou a responsabilidade social da Unilever com o meio ambiente e o social. Ele afirma que a graças à venda de sabonetes pelos fundadores da Unilever, já causou um grande poder de influência na sociedade. E devido a essas mudanças, a Europa evitou que muitas doenças se proliferassem naquela época. “O conceito de uma marca pode ser positivo para a mudança de comportamento”, diz.

No final, o palestrante abordou as ações do Greenpeace contra a Unilever. Um exemplo citado foi do sabonete Dove (inclusive,muito comentado durante a palestra), no qual o movimento acusava a empresa de prejudicar o meio ambiente para produzir o produto. Com isso foi preciso repensar em como evitar que o ambiente fosse prejudicado e novas ações foram realizadas. Outro exemplo, foi o caso de crianças que morrem de diarréia por dia, “cerca de 150 crianças já morreram desta doença no mundo desde que iniciei essa palestra”, questiona, demonstrando que ações simples, como lavar as mãos com freqüência, poderiam evitar que esse número cresça ainda mais.

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30 de November de 2009 at 16:47 Comments (0)