blog da inventa

REMEMBER THE KING

ElvisPresley

Se estivesse vivo, Elvis Presley completaria hoje 75 anos e seria um senhor muito charmoso. Provavelmente o topete ficaria ainda mais estilo com fios grisalhos. Mesmo três décadas depois de sua morte, a data do aniversário do Rei do Rock ainda é motivo de festa. Até porque ainda há quem diga que Elvis não morreu. Neste ano, diversas homenagens serão prestadas, inclusive visando revigorar a febre rockabilly.

Tudo começa em Graceland. A famosa residência de Elvis, em Memphis (EUA), terá direito a bolo, viúva e filha. Além desses atrativos, uma nova exposição de trajes e uma maratona cinematográfica acontecem na mansão. Mas isso é só o começo: de cruzeiro a aplicativo do Facebook, a máquina Elvis Presley continua lucrando e rendendo milhões.

Uma biografia do artista também chega às livrarias americanas neste mês. “Baby, Let’s Play House”, escrita por Alanna Nash, conta casos amorosos de Elvis Presley. Saindo de sua vida pessoal, há também lançamentos que relembram seus sucessos. A caixa “Elvis 75: Good Rockin’ Tonight” é uma retrospectiva de sua carreira: são quatro CDs que juntos somam 100 musicas e mais um livro de 80 páginas repleto de fotos. Nem a biografia, nem a caixa têm data para chegar às lojas brasileiras.

Mas, a principal homenagem, sem dúvida, veio do Cirque Du Soleil. A trupe que há quase quatro anos apresenta um espetáculo homenageando The Beatles, estreiou em dezembro um show voltado para Elvis. “Viva Elvis” será apresentado até meados de abril em Las Vegas , cidade onde o rei conheceu a decadência já no fim de sua vida.

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8 de January de 2010 at 15:32 Comments (0)

La Liberté

Triste parece ser a vida de palhaço. Engolir todos os desaforos, permanecer sorrindo. Lembro-me de uma história que minha mãe conta. Aconteceu já faz algum tempo (tá bom, mãe, faz pouco tempo), quando foi acelerar seu fusca puxou o volante e qual não foi a surpresa de vê-lo em suas mãos, totalmente solto. Sozinha no carro, ficou desesperada. Ainda mais porque havia um caminhão cheio de palhaços na caçamba colado no volkswagen. Sem saber o que fazer, ficou ali, com o volante na mão até que o grupo de palhaços passasse ao lado do carro proferindo toda sorte de nomes que teriam de ficar por ali mesmo, muito longe da festa de crianças para onde estavam indo.

Era mais ou menos isso o que eu pensava quando criança via os palhaços se divertirem. Será que eles eram daquele jeito sempre? Aí minha mãe contou a história e eu vi que não.

Guy Laliberté, 2009

Ontem fui assistir ao Quidam do Cirque du Soleil, o circo mais famosos do mundo, fundado pelo palhaço mais bem sucedido no mundo. O canadense Guy Laliberté juntou U$2,5 bi ao longo das duas décadas de circo. O suficiente para pagar por uma viagem ao espaço, onde permaneceu por 8 dias em outubro deste ano, tornando-se o sétimo turista espacial em todo o mundo. O espetáculo é uma espiada no universo de um outro palhaço, este de cunho mais artístico. O homem sem cabeça e com guarda-chuva, as cartolas, as maçãs todas denunciavam a arte satírica – mas ao meu ver, divertida – do belga René Magritte.

ReneMagritte

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10 de December de 2009 at 16:15 Comments (0)