blog da inventa

Autor da capa da Inventa_01 na Choque

Ok, ok. Chamá-lo assim talvez não seja a forma mais justa para um artista completo como ele.

Imagem7Rafael Silveira, o autor da nossa capa da edição_01 da Inventa (imagem ao lado) abriu na última sexta-feira (6) uma exposição na Galeria Choque Cultural. Esta é a primeira individual do artista curitibano em São Paulo que acaba de entrar para o time de artistas representados pela Choque, com suas pinturas pop surrealistas. A exposição está à mostra até dia 14 de abril na www.choquecultural.com.br. Entrada franca.

Falando no Silveira, algumas obras do artista também podem ser conferidas no La Cucaracha, nosso ponto de distribuição no Rio de Janeiro, conforme pudemos conferir no final de fevereiro.

Ah! E a arte da Choque Cultural é tema da próxima Inventa que será lançada nesta quinta-feira, dia 11, na Galeria Lúdica, um dos nossos parceiros em Curitiba.

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8 de March de 2010 at 13:17 Comments (0)

Mais um calendário

Depois de “Uma maçã por dia…”, uma luz por dia.

O calendário abaixo é uma criação do estúdio do designer ucraniano Yurko Gutsulyak para uma empresa de energia elétrica.

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9 de February de 2010 at 12:15 Comments (0)

Delícia, hein! (Parte2)

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Depois de conhecer (e divulgar na Inventa_04 e aqui) o trabalho de Joy Kampia com roupas em forma de fastfood, encontrei agora mais uma mistureba daquelas

Desta vez, quem faz arte com comida é Clare Crespo: ostras, mariscos e até o tradicional hamburger americano. Fio e mais fio. Crochê de vovó mesmo!

Claro que a relação do crochê com as delícias mar adentro não começa nem termina por aqui não. Apesar de não existir a história real deste artesanato feito com agulha especial que possui ganchinhos e produz trançado parecido com malha ou renda, diz a lenda que esta arte pré-histórica do crochê se originou na Arábia e chegou à Espanha pelas rotas do Mediterrâne; transformando-se uma prática muito comum em cidades praianas, inclusive, nas nossas brasileiras.

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Falando em crochê, a artista Jo Hamilton também faz arte em crochê – sendo que,  fez uma exposição no ano passado, em março, com suas peças. A mostra ‘I Crochet Portland’ tinha como objetivo, além de apresentar o trabalho desta artista, incentivar a arte do crochê. Objetivo também que consta na apresentação do trabalho de Clare Crespo.

Enquanto Clare brinca com formatos, Jo mantém uma arte um pouco mais convencional quando o assunto são obras de arte, mas nada convencional quando o tema é crochê:  são cenas da sua cidade, Portland, e retratos. Tudo muito impressionante como o crochê ao lado.

3 de February de 2010 at 8:53 Comments (0)

Mc Fashion

O crítico literário Alcir Pérola afirmou certa vez que a moda hoje é o que a música foi nos anos 60. Até o McDonalds, quem diria, se renderá à ela.

A ideia toda partiu da Access Agency, uma entidade que auxilia marcas que já estão no mercado a se modernizarem. Os já tradicionais hambúrgueres, batatas fritas e sorvetes ganharão embalagens muito especiais inspiradas em chiquérrimas grifes, como Burberry, Hermès e Paul Smith. E o mais legal disso tudo: tais lanches serão vendidos nas semanas de moda ao redor do mundo em um local chamado Mc Fancy, um espaço charmoso, com garçons de terno e serviço impecável. McFancy será temporário e seu lançamento ocorrerá nas próprias semanas de moda de Londres, Paris, Hong Kong, entre outras. A agência pretende, futuramente, inserir a marca em outros eventos de moda e pré-estreia de filmes.

A Access Agency foi criada pelo blog The Cool Hunter e tem como meta modificar a forma como as marcas enxergam o mundo e comercializam seus produtos. As mudanças fazem com que os clientes atuais também percebam a marca de maneira diferente e mudem seus pensamentos em relação a ela. Caso as novidades se mostrem positivas, acarretam muita propaganda na base do boca – a – boca e a conquista de novos clientes.

Nos Estados Unidos é certo que o público que mais consome Mc Chickens, Big Macs e afins é o que pertence às classes mais baixas. A alternativa de comercializar seus produtos em semanas de moda certamente irá alterar a visão que os mais endinheirados tem das refeições servidas no McDonalds.

Outra coisa, eu particularmente acharia o máximo essa quebra da etiqueta, da finesse do que normalmente é servido nas semanas de moda. É esperar para ver se a moda vai pegar ou se no ano que vem iremos pensar que vender lanches do McDonalds em semanas de moda é “so last season…”.

MCFashion

29 de January de 2010 at 16:35 Comments (0)

Sucesso 3D


Primeira partida de futebol transmitida em 3d, na Inglaterra

Ingleses assistem à primeira transmissão de futebol 3d durante a partida deste último domingo (31), entre o Arsenal e o Manchester United, que foi transmitida para 9 pubs ca capital inglesa

A tecnologia 3D está muito próxima de ficar acessível a todos, e não apenas em filmes convencionais. O cineasta italiano Tinto Brass, famoso por dirigir filmes eróticos, anunciou que vai produzir o primeiro filme pornográfico em 3D. Pode ser que seja uma uma refilmagem de seu devasso “Calígula”, longa de 1979.

Já na Inglaterra, a Sky Sports transmitiu com a tecnologia o jogo entre Manchester United e Arsenal neste domingo (31). Foi o primeiro evento esportivo da história a ser transmitido em 3D. Na onda, a ESPN anunciou que irá inaugurar ainda no segundo semestre de 2010 um canal dedicado a transmisssão de esportes para espectadores dispostos a usar os óculos da terceira dimensão.

No Brasil, ainda não há previsão para a entrada do serviço. Pelo menos isso tem um lado bom. Os italianos vão transmitir filmes pornôs, os ingleses, partidas de futebol. Tenho medo de saber o que começará a será transmitido aqui no Brasil!


29 de January de 2010 at 14:05 Comments (0)

Extra _ UNIQLO!

Foto_Humberto.jpg

Quando entrevistamos o Alexandre Herchcovitch para a Inventa_cinco, perguntamos quais eram as marcas preferidas dele, o que tem no guarda-roupa, o que ele usa além dos já conhecidos tênis Nike, como os da foto acima que ele usava durante a entrevista.

Uma das respostas foi Uniqlo, uma marca pra lá de bacana, japonesa, que, inclusive, chegamos a produzir um texto sobre ela pra primeira edição da Inventa (texto não publicado na época, que você confere linhas abaixo neste post deste blog). Minha vontade foi, sim, de dizer que também adoro a marca e que fiquei muito triste quando, no final do ano passado, mandei um e-mail perguntando, mais uma vez, se eles não poderiam começar a vender online com entrega no Brasil. A resposta: eles sentem muito, mas, não entregam ainda por aqui. Com sorte, a gente acha alguns outros sites que comercializam uma ou outra coisa…

Bom, enquanto eles ainda não tem planos pra chegar ou comercializar pro Brasil, uma apresentação da Inventa sobre a história da marca e umas fotinhos da loja Uniqlo em NY.

Uniqlo02

Uma camiseta nunca é uma camiseta

quando a Uniqlo está envolvida

por_BRUNO REIS

Uniqlo01A Uniqlo já lançou como parte de seu UT Project mais de 700 coleções limitadas de camisetas, num projeto que tem reconhecido inúmeros artistas, músicos, designers e até marcas. Em 2008, por exemplo, lançou em Nova Iorque uma edição louvando a publicação Creative Magazine. O enorme volume de novas coleções faz parte de uma estratégia que consiste em promover um turbilhão de novos lançamentos, praticamente desnorteando consumidores sonolentos acostumados com uma etiqueta maçante, até pouco tempo conhecida como C&A do oriente.  Uniqlo era sinônimo de roupas simples e baratas, até que seus executivos descruzaram os braços, apontaram para longe no horizonte e usaram da criatividade para tirar a empresa da lama.E o febril ritmo da empresa tem dado mesmo resultado, salvando-a de uma crise que há cinco anos quase fechou essa, que é a maior varejista japonesa do setor.

Em abril de 2007 foi criado o UT Project (Uniqlo T-shirt) para comemorar a abertura da primeira loja UT, um futurismo de Kashiwa Sato, que fora apontado novo diretor criativo da empresa. As lojas disponibilizariam as estampas, e venderiam as camisetas em latas de alumínio, como aqueles tubos de bolas de tênis. Uma inovação que deu certo. Hoje a Uniqlo está divida em suas mais de 740 lojas pelo mundo entre UT Stores e Uniqlo Stores. E o projeto fornece cerca de 100 novas coleções especiais, de edição limitada, para a loja do SoHo, em Nova Iorque, que é o carro-chefe da empresa.

Nasceu Unique Clothing Wharehouse, em Hiroshima, no ano de 1984. Sempre foi minimalista e barata, e a mentalidade empilhar roupas diversas e vende-las baratas trouxe a má reputação que a empresa carregou até a reformulação em 2005. Foi quando a marca Uniqlo surgiu internacional, e empurrando para o mundo o recém-adquirido ar cool da cultura pop japonesa. E com criativos japoneses para o trabalho. A inclinação acabou sendo para os mangas, o hi-tech e o industrial. Abandonou-se de vez o tradicionalismo nipônico quando a marca gaijin passou a exportar os elementos modernos do país do sol nascente.

Uniqlo03Assim como os italianos fazem muito com suas marcas (Diesel, Benetton, Fila, Max Mara, Hogan), a Uniqlo nasceu com nome americano. E foi copiando os americanos que acabou conseguindo se diferenciar. Lançou mão da estratégia SPA (Special-store/retailer of Private-label  Apparel), da GAP, líder no setor. Isso significa que eles produziriam suas próprias roupas e vendê-las com exclusividade. Hoje, controlam todas as etapas da produção, desde a escolha dos tecidos até as novas estratégias de divulgação pelo twitter. Tudo muito bem feito, com design e estilo. Tudo muito japonês (até os tamanhos são pequenos). Por isso a empresa começa a assinar seu nome em katakana, que é o alfabeto japonês para escrever palavras estrangeiras. E esse foi o caso de uma reescrita japonesa do mundo da moda.

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12 de January de 2010 at 14:22 Comments (0)

O Brilho do Homem

A austeridade que o preto e branco imprime nas fotos de mata mostra a inevitabilidade da natureza como entorno do homem. A simplicidade do natural vista pelas lentes reflexivas de Amanda Calluf foi uma das rápidas da Inventa_05 que saiu nesta semana. Mas sem mais palavras, deixo aqui o brilho das fotos. Aliás, um homem vestido de branco é o único brilho em muitas das fotos quando as árvores se escondem por trás das sombras. Uma referência ao desaparecimento eminente?Amanda Calluf, 2009

Amanda Calluf, 2009

Amanda Calluf, 2009

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8 de January de 2010 at 14:40 Comments (0)

“England, Where is Wally?”, disse o Google

Em 19 de março do ano passado o Google anunciou que o serviço Street View já estava funcionando nas maiores cidades da Inglaterra. Um dia depois, anunciou que Wally estaria escondido em algum canto os 36 quilômetros fotografados para o serviço. Uma nação inteira desafiada para encontrar Wally, que eventualmente foi visto ao lado de uma loja da O2 (operadora de celular) na Putney High Street. :p
Ver no Google Street View

Wally by Google, 2009

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7 de January de 2010 at 15:20 Comments (0)

A morte do homem comum

Death of A Salesman, 1949Um dos releases que Phoebe, a assessora de comunicação do artista chinês Cai Quo-Giang – que é a matéria “A Explosão da Arte Contemporânea” da nova Inventa – disse que uma das maiores influências do artista foi a leitura de livros proibidos no país na época e que seu pai, dono de livraria, conseguia traficar para o filho. A peça Death of a Salesman de Arthur Miller foi o mais marcante dentre eles e não é difícil encontrar paralelos entre a arte de Cai e a obra prima vencedora do Pulitzer de Miller.

A Inventa foi atrás (na livraria Cultura em SP) e leu a obra no original em inglês. Death of a Salesman conta a história de Willy Loman, um vendedor em clara decadência. Aliás, numa espécie de Dom Quixote contemporâneo, a caída de Loman na realidade representa um encontro com a verdade de alguém que nunca foi, a não ser em sua própria mente, e que tem dificuldades em assumir isso aos 63 anos de idade. A própria necessidade de ter sido alguém “que tenha saído alguma vez no jornal”, segundo palavras da peça, parece ser o tema central da trama. O nome Loman (low man, ou homem comum) é uma referência à isso.

Cai por sua vez ganhou a Biennale de Veneza em 99 com uma exposição que retratava a decadência do homem comum que se perdia na alienação do trabalho. 108 esculturas de pessoas foram construídas em barro durante a exposição e como não foram ao forno, em pouco tempo elas começaram a se deteriorar e os visitantes puderam ver os pedaços das esculturas caindo enquanto passavam por aquele exército de barro de homens comuns.

O partido comunista na China acabou condenando os artesãos que construíram as esculturas por ter destruído a “propriedade espiritual” dos homens comuns. Propriedade espiritual, auto-conhecimento, que Loman passa até o fim de seus dias sem conhecer durante os diálogos que mostram sua própria destruição.

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4 de January de 2010 at 14:38 Comment (1)

Pablo Gamba

Pablo Gambas, 2009

Responsável pela capa da Inventa_05 e por uma loja chamada La Dominga em Buenos Aires, este porteño conta com a namorada para tudo, menos para conduzi-lo durante as quase 4 horas que tomava para ir e voltar da faculdade.

Inventa – Quando você começou a desenhar?

Pablo Gamba – Sempre gostei de desenhar, desde pequeno. Lembro quando a professora da 3a série não acreditava que era eu quem desenhava em meus cadernos. Inclusive ela chegou a chamar meu irmão mais velho para confirmar. Meu pai também gosta muito de desenhar e ele estudou “dibujo publicitario”. Aos poucos, ele foi me transmitindo seus conhecimentos.

IVT – Lemos por aí que você gosta de estudar. É isso mesmo?

PG – A etapa que mais desfrutei dos estudos foi na universidade. Lá, encontrei pessoas que tinham os mesmos interesses que eu, que gostavam de coisas similares. Em especial, no começo da carreira, tudo era novo e tudo me surpreendia; além de que, tudo me interessava – podia ser algo sobre história da arte ou técnicas para melhorar o traço… analisar muito as coisas antes de começar a trabalhar, pesquisar, ver revistas, ler muito, aprender com os amigos. No começo não entendia o que estava fazendo, até que fez um “click” e tudo começou a fazer sentido!

Tive que me esforçar muito, porque viajava quase 4 horas todos os dias para ir e voltar de casa à universidade, mas realmente value a pena. Foi uma experiência que me formou muito como profissional e como pessoa.

IVT – Seu trabalho é lúdico. O que te inspira?

PB – Quando conheci o trabalho de Tim Burton, disse wooooow! E comecei copiando alguns de seus traços, mas, tenho uma história e vivências pessoais, lembranças, que coloco nos meus trabalhos. Gosto muito dos “juguetes antiguos”, dos desenhos que fazia quando era criança. Toda a informação que pude armazenar, não apenas na época da univerdade mas sim durante toda minha vida, de alguma ou outra forma se manifesta nas minhas criações.

IVT – Como você analisa o mercado das artes visuais na Argentina?

PG – Nos ultimos anos houve uma fusão entre o desenho gráfico e a ilustração. Isso porque o povo “gostamos de desenhar” começou estudar desenho gráfico e foi aí que aprendemos muito mais sobre o assunto, de uma maneira mais comercial. Creio que na Argentina há designers e ilustradores extraordinários, talvez por causa dessa característica multicultural que temos, enriquecendo nosso cenário gráfico e o deixando muito diverso.

PG, 2009

IVT – Como, quando e por que começou a fazer o design de produtos?

PG – Decidi começar alguma coisa com minha namorada, Ana, para aproveitar as vantagens de um projeto próprio. Surgiram uns ímãs com roupas que mudavam há uns 5 anos. Colocamos um nome no projeto, “Nuevas Ganas” (algo como novas vontades), que é o que aparece na hora de começar algo novo. Logo comecei a trabalhar com uma amiga mexicana chamada Macu, e fizemos vasos, chaveiros e mais algumas coisas. Também fizemos um mapa da Argentina para ensinar quais eram as províncias e as capitais.

Eu conjunto com amigos ilustradores, fizemos as wachi fichuz (www.wachi.com.ar), uma série de figurinhas colecionáveis. Eu trabalho todos os dias em uma agencia onde os trabalhos são corporativos, mas é lá também onde posso desenvolver uma profissão mais tradicional. Estes outros empreendimentos me permitem desfrutar de um outro universo, mais sensível, mais plástico

IVT – Pode-se encontrar seus produtos no Brasil?

PG – No momento não. Apenas desenhei uma vez uma metáfora de Rita Apoena, uma pessoa genial, e seguramente este desenho deve andar por aí. Por meio dela, entrei no Orkut e me chegaram muitos emails brasileiros que elogiavam minha arte. Me encheu de alegria.

IVT – Como foi 2009 para você? Algumas novidades?

PG, 2009

PG – Este ano foi muito bom, pessoalmente e profissionalmente. Desenhei muito para manuais de estudo para crianças e tive uma exposição com minhas obras em uma galeria em Palermo chamada El Diente de Oro. Porém, o mais importante foi que abri junto com Ana minha própria loja, chamada La Dominga e aí sim, conseguimos mostrar para todo mundo o que a gente gosta, o nosso mundo. Vendemos nossos produtos e também obras minhas, de ilustração.

IVT – Você já veio ao Brasil? O pensa de nosso país?

PG – É uma viagem pendente, mas está muito presente em minha vida. Minha sogra é apaixonada pelo Brasil e minha namorada também. Temos alguns amigos próximos que são brasileiros. Na casa de minha sogra sempre há pagode e outras músicas, por isso escuto a música de seu país o tempo todo. Inclusive vendemos CDs brasileiros em nossa loja.

IVT – Você trabalha com sua namorada. Há muito tempo? Por que?

PG – Na verdade é diferente, porque há 5 anos fazemos coisas juntos, mas faz 2 meses que abrimos a loja e ela está lá de segunda à sexta, e aos sábados atendemos juntos. Eu sigo trabalhando como designer e ilustrador. Ela gosta muito de vender, de entrar em contato com a gente, conversar. Ela é um motor constante, sempre criando coisas e incentivando as pessoas. Eu sou mais tranqüilo e a verdade é que se não fosse o empurrão dela, nada do que fiz teria sido completado.

IVT – Quem são os melhores desenhistas argentinos?

PG – Gosto muito de Alex Dukal, Patricio Oliver, Bernasconi, Turdera, Alderete, Gustavo Aimar, Federico Pasos, Isol, Lucas Varela, Liniers e muitos outros. Na verdade, são muchísimos.

Quem quiser saber sobre Pablo Gamba pode acessar os links www.flickr.com/pablogamba ou nuevasganas.blogspot.com

La Dominga, 2009Pablo Gambas, 2009

Pablo Gambas, 2009

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28 de December de 2009 at 13:41 Comments (3)

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