<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>blog da inventa &#187; (BR)</title>
	<atom:link href="http://blog.revistainventa.com.br/author/bruno-reis/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.revistainventa.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Jul 2010 12:00:42 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.5</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>O Escândalo na Arte</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/o-escandalo-na-arte/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/o-escandalo-na-arte/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 19:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Freud]]></category>
		<category><![CDATA[Gustav Klimt]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Viena]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=1193</guid>
		<description><![CDATA[As luzes mudam pela noite. Os colchões ao chão e pelas mesas toda sorte de acessórios sexuais para os casais que usam o Secession Contemporary Art Museum nas orgias que promovem entre as obras de arte com o objetivo de &#8220;superar suas inibições&#8221;, como afirmou o presidente de um Sex Club que se mudou ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As luzes mudam pela noite. </strong>Os colchões ao chão e pelas mesas toda sorte de acessórios sexuais para os casais que usam o Secession Contemporary Art Museum nas orgias que promovem entre as obras de arte com o objetivo de &#8220;superar suas inibições&#8221;, como afirmou o presidente de um Sex Club que se mudou ao local há algumas semanas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1194" style="border: 0pt none;" title="Klimt, 1902" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/02/Klimt-1902.jpg" alt="Klimt, 1902" width="675" height="1328" /></p>
<p>Mas, pelo dia o local é a única opção para quem quiser conferir um dos trabalhos mais excepcionais do austríaco Gustav Klimt. A obra Bethooven Freeze feita em 1902 e que causou tanta polêmica quanto às teorias do inconsciente sexual do conterrâneo Sigmund Freud. Foi justamente resgatar esse escândalo o objetivo do artista suiço, Cristoph Buechel, que elaborou o conceito da exposição. O que está em questão é justamente a normalidade com a qual encaramos hoje uma obra de Klimt, que provocou a sociedade do fim do século XIX com seus nus simbolistas no mínimo originais.</p>
<p>O escândalo que a exposição tem provocado resgata o sentimento de incomodo do<em> fin-de-siécle </em>de Viena. E como resgata.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/o-escandalo-na-arte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dança na Cidade</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/danca-na-cidade/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/danca-na-cidade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 21:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[We Cage]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=1189</guid>
		<description><![CDATA[Logo mais, às 20h, estreia um espetáculo diferente. We Cage promete iluminar o panorama artístico da cidade com apresentações que envolvem dança e vídeo, arte e tecnologia. Os movimentos sobre o palco são inspirados em obras do compositor americano John Cage, um precursor no desenvolvimento da dança moderna. Uma de suas composições mais conhecidas, 4’33&#8242;’, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Logo mais, às 20h, estreia um espetáculo diferente</strong>. We Cage promete iluminar o panorama artístico da cidade com apresentações que envolvem dança e vídeo, arte e tecnologia. Os movimentos sobre o palco são inspirados em obras do compositor americano John Cage, um precursor no desenvolvimento da dança moderna. Uma de suas composições mais conhecidas, 4’33&#8242;’, os três movimentos são executados sem que uma única nota seja tocada .</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1190" style="Border: 0" title="We Cage, 2010" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/02/We-Cage-2010.jpg" alt="We Cage, 2010" width="448" height="320" /></p>
<p>We Cage é um espetáculo apresentado pela PIP Pesquisa em Dança, dirigida pela bailarina Carmen Jorge e com base em Curitiba.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/danca-na-cidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Aula do Oeste</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/a-aula-do-oeste/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/a-aula-do-oeste/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 20:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Charlos Bronson]]></category>
		<category><![CDATA[Faroeste]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Leone]]></category>
		<category><![CDATA[Spaghetti Western]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=1168</guid>
		<description><![CDATA[Não é segredo algum. Todo mundo que fala comigo por algum tempo sobre cinema logo descobre que meu filme preferido é Era Uma Vez no Oeste, de Sergio Leone. Talvez tenha a ver com o fato de Charles Bronson ser o homem mais perigoso que o cinema já viu. Único capaz de derrotar facilmente Chuck [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1169" class="wp-caption alignnone" style="width: 698px"><img class="size-full wp-image-1169  " style="margin-top: 0px; margin-bottom: 10px; border: 0;" title="Once Upon A Time In The West, 1968" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/02/OUATITW-mh3_2.JPG" alt="Once Upon A Time In The West, 1968" width="688" height="196" /><p class="wp-caption-text">Os três mercenários, diante de Bronson. Fadados à morte.</p></div>
<p><strong>Não é segredo algum. </strong>Todo mundo que fala comigo por algum tempo sobre cinema logo descobre que meu filme preferido é Era Uma Vez no Oeste, de Sergio Leone. Talvez tenha a ver com o fato de Charles Bronson ser o homem mais perigoso que o cinema já viu. Único capaz de derrotar facilmente Chuck Norris. Mas talvez tenha a ver com a melodia que ele tocava em sua guaita, composta por Ennio Morricone.</p>
<p>E não apenas isso. Henry Fonda e a linda Claudia Cardinale completam o elenco regido pelo maestro Leone. Alías, na Itália maestro apenas para diretores de cinema e professores. Maestro lá é direttore di orquestra, como me explicou bem o entrevistado principal da Inventa_06, que sai em breve. Pois bem, acredito que o faroeste tenha sido o gênero que mais contribuiu para o amadurecimento da linguagem cinematográfica. A maneira com que a câmera conta as histórias de mocinhas e bandidos &#8211; numa terra sem lei alguma que não a dos próprios homens &#8211; nos faz imergir completamente no enredo e no clima de época.</p>
<p>Os planos que se arrastam como as esporas, a luz que queima os olhos e incomoda como o sol e os diálogos lentos e pouco elaborados. Também o plano americano, que é quando a câmera revela a pessoa do joelho à cabeça. Uma exigência para mostrar a pistola à tiracolo. Estas, entre tantas, foram algumas das ferramentas utilizadas pelos diretores de faroeste, de Fritz Lang a Clint Eastwood. Alías, este tem feito os melhores filmes americanos dos últimos tempos. Aprendeu tudo no oeste, ou melhor, em Almeria na Espanha, onde filmou inúmeros spaghetti westerns com grandes mestres italianos, entre eles, Sergio Leone.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/a-aula-do-oeste/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Keep Walking</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/keep-walking/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/keep-walking/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 17:02:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Giacometti]]></category>
		<category><![CDATA[Sotheby]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=1104</guid>
		<description><![CDATA[
Como adiantado pelo blog da inventa, a arte contemporânea está em alta e a de Albergo Giacometti está próxima da estratosfera. No início da semana uma voz pelo telefone deu o lance que tornou Walking Man I a obra de arte mais cara já vendida em leilão. Custou $92.5 milhões mais as taxas, naturalmente, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-1106" style="Border: 0" title="Banco Suiço, 1998" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/02/Banco-Suiço-1998.jpg" alt="Banco Suiço, 1998" width="600" height="600" /></strong></p>
<p><strong>Como adiantado pelo <a href="http://blog.revistainventa.com.br/?s=giacometti">blog da inventa</a>, a arte contemporânea está em alta e a de Albergo Giacometti está próxima da estratosfera. </strong>No início da semana uma voz pelo telefone deu o lance que tornou <em>Walking Man I</em> a obra de arte mais cara já vendida em leilão. Custou $92.5 milhões mais as taxas, naturalmente, que levou o preço à $104.3 milhões, um troco a mais do que o recorde anterior de Pablo Picasso com <em>Garçon à La Pipe</em>. No post sobre Giacometti contamos que o existencialista disse certa vez que em uma casa em chamas, entre um Rembrandt e um gato, certamente salvaria o gato. Mas talvez seja porque o quadro mais caro já leiloado do mestre holandês tenha <a href="http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/visual_arts/article6949433.ece" target="_blank">custado apenas</a> $32.4 milhões, menos de um terço do valor recorde atingido nesta terça-feira.</p>
<p>O obra pertencia à um banco alemão e esteve disponível para colecionadores privados pela primeira vez, por isso o valor absurdo desembolsado pela escultura. Alías, o comprador confessou à seu assistente presente no leilão que estava esperando há mais de 40 anos para comprar a peça, que se assemelha a um destemido homem surgido das cinzas de um cataclismo, disposto a sobrepor qualquer barreira. Para salvar um gato, talvez.</p>
<p>Interessante como os suiços reconhecem a habilidade financeira de Giacometti. Em 1998 o povo que não se importou em enriquecer com as jóias, as contas bancárias e os dentes de ouro dos judeus mortos durante a Segunda Guerra imprimiu uma nota de 100 francos em sua homenagem.</p>
<p><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/keep-walking/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma Fome Cultural Esquisita</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/uma-fome-cultural-esquisita/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/uma-fome-cultural-esquisita/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 19:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Choque Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Graffiti]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=1076</guid>
		<description><![CDATA[Seus olhos são duas televisões. Projetam tudo o que Gary Baseman viu, leu e sentiu em sua infância. Dos cartoons da Warner Bros. aos personagens de La Fontaine. Como cresceu na costa oeste americana, durante os liberais anos 60 e 70, o liberalismo sexual também está lá. Baseman não veste seus quadros com nada a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Seus olhos são duas televisões</strong>. Projetam tudo o que Gary Baseman viu, leu e sentiu em sua infância. Dos cartoons da Warner Bros. aos personagens de La Fontaine. Como cresceu na costa oeste americana, durante os liberais anos 60 e 70, o liberalismo sexual também está lá. Baseman não veste seus quadros com nada a mais do que referências em sua mostra Dream Reality.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1077" style="Border: 0" title="Gary Baseman" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/02/Gary-Baseman.jpg" alt="Gary Baseman" width="650" height="450" /></p>
<p>Mas pagar por volta de R$10 mil reais em suas telas? Durante a abertura da exposição na Galeria Choque Cultural diversos de seus quadros já estavam vendidos. Com preços um pouco mais acessíveis e uma arte que não fica para trás, o americano Shag também está a mostra na Galeria.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1078" style="Border: 0" title="Shag" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/02/Shag.jpg" alt="Shag" width="514" height="290" /></p>
<p>Sua técnica de impressão na tela dá uma textura diferente. A série An Exquisite Hunger apresenta no andar de baixo da galeria um quadro triplo com mais de 5 metros. As duas individuais seguem até o dia 28 de fevereiro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/uma-fome-cultural-esquisita/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Turbaína</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/turbaina/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/turbaina/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 19:04:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Itubaína]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=1053</guid>
		<description><![CDATA[Podia ter sido uma iniciativa de alguma das inúmeras fábricas de tubaína em Curitiba. Das centenas no Paraná ou das milhares em todo o Brasil. Não foi. Surgiu com a marca que desde 2005 está comprando as maiores cervejas artesanais no país e que há exatamente um ano lançou uma versão fashion e retrô de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Podia ter sido uma iniciativa de alguma das inúmeras fábricas de tubaína em Curitiba.</strong> Das centenas no Paraná ou das milhares em todo o Brasil. Não foi. Surgiu com a marca que desde 2005 está comprando as maiores cervejas artesanais no país e que há exatamente um ano lançou uma versão fashion e retrô de sua Itubaína, à venda em locais selecionados voltados ao público jovem.</p>
<p><img class="size-large wp-image-1054 alignleft" style="border: 0pt none; margin-left: 0px; margin-right: 25px;" title="Itubaína, Livraria Pop" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/02/Itubaína-Livraria-Pop-1024x768.jpg" alt="Itubaína, Livraria Pop" width="526" height="396" /></p>
<p>A Schincariol aproveitou um nicho novo com as garrafas colecionáveis e como a Inventa apurou durante uma recente visita à São Paulo, de muito bom gosto a arte e o sabor. Segundo a empresa o novo conceito está fazendo sucesso. Uma pena que a iniciativa esteja servindo apenas para o lucro de quem já lucrava bastante.</p>
<p>Essa é e sempre foi a história com as tubaínas. A primeira foi feita em Jundiaí por uma empresa italo-brasileira chamada Ferráspari. Com o tempo o refrigerante, que antes era bala, foi ganhando o apelido Turbaína na cidade e a empresa não pensou duas vezes ao ceder o nome tubaína para o uso em diversos refrigerantes concorrentes. Na falta de visão e de iniciativa os refrigerantes locais acabaram sendo engolidos pelas grandes empresas.</p>
<p>Mas para chorar as mágoas (minhas, pelo menos) uma sugestão de programa ideal em São Paulo é ler uma Inventa e tomar uma Itubaína na Livraria Pop. Dá pra se refrescar mais do que uma daquelas chuvinhas de verão na terra da garoa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/turbaina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um McGuffin, por favor</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/um-mcguffin-por-favor/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/um-mcguffin-por-favor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 20:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Hitchcock]]></category>
		<category><![CDATA[Nouvelle Vague]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=993</guid>
		<description><![CDATA[Alfred Hitchcock é o pai do terror, mestre dos filmes de autor, ídolo da Nouvelle Vague e cineasta de dezenas de filmes inesquecíveis. Está certo que o diretor escolheu um gênero no qual os filmes tendem a envelhecer menos. Algumas comédias possuem um humor com validade mais curta do que leite em geladeira, mas os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Alfred Hitchcock é o pai do terror, mestre dos filmes de autor, ídolo da </strong><em><strong>Nouvelle Vague</strong></em><strong> e cineasta de dezenas de filmes inesquecíveis. </strong>Está certo que o diretor escolheu um gênero no qual os filmes tendem a envelhecer menos. Algumas comédias possuem um humor com validade mais curta do que leite em geladeira, mas os filmes de Hitchcock nunca saem de moda, nunca perdem o estilo, são eternos. Até hoje fico angustiado com as perseguições de Intriga Internacional ou esperando os pratos da orquestra nas duas versões de O Homem Que Sabia Demais. <img class="alignnone size-full wp-image-994" style="Border: 0" title="Psycho, 1960" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/01/Psycho-1960.jpg" alt="Psycho, 1960" width="600" height="333" /></p>
<p>Mas qual o molho especial da mistura de elementos característicos de Alfred Hitchcock? Não são as loiras, as perseguições, os diálogos ou os tramas. O especial nos filmes são as falsas pistas e talvez por isso fosse o ídolo dos diretores que iniciaram a <em>Nouvelle Vague</em> na década de 60. Todas as ferramentas narrativas que utilizava, Hithcock deixou documentado nos textos que escreveu explicando sobre direção de cinema. O McGuffin é talvez o mais importante deles e significa exatamente isso. Isso o que?</p>
<p>Este mistério que envolve alguma trama ou palavra mas que é completamente marginal à ela e sua compreensão é absolutamente desnecessária. Como por exemplo no início de <strong><span style="color: #dc143c;">Psicose, feito há exatos 50 </span></strong>anos e que continua a assustar gerações. A atriz Janet Leigh foge com uma quantia de dinheiro de seu patrão e aparentemente o filme indica que a trama será sobre isso, ao que ela não é assassinada logo no começo e o filme revela um desfecho surpreendente.</p>
<p>Se prestar atenção, irá perceber que em quase todos os seus filmes há a presença de pelo menos um McGuffin. Hoje à noite irei pedir à minha locadora. Um McGuffin, por favor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/um-mcguffin-por-favor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Jornada de Um Momento</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/a-jornada-de-um-momento/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/a-jornada-de-um-momento/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 19:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Londres]]></category>
		<category><![CDATA[Raghu Rai]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=959</guid>
		<description><![CDATA[
A tempestade de areia que o helicóptero de um famoso produz. Enquanto a maioria está lá, fotografando o famoso, Raghu Rai está com sua única câmera, com sua única lente zoom, fotografando o desespero na areia de seus compatriotas. Faz isso há mais de 40 anos e continua até hoje, com a diferença de ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-958 alignnone" style="Border: 0" title="Raghu Rai, 1975" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/01/Raghu-Rai.jpg" alt="Raghu Rai, 1975" width="630" height="203" /></p>
<p><strong>A tempestade de areia que o helicóptero de um famoso produz. </strong>Enquanto a maioria está lá, fotografando o famoso, Raghu Rai está com sua única câmera, com sua única lente zoom, fotografando o desespero na areia de seus compatriotas. Faz isso há mais de 40 anos e continua até hoje, com a diferença de ter agora um World Press Award no colete e um cartão de visitas da Magnum Photos no bolso.</p>
<p>Aliás, esses enfeites profissionais pouco importam para o fotógrafo que pintou com grãos de prata a história da Índia independente. &#8220;Gosto de estar entre minha gente, não visto roupas estilosas para que as pessoas me vejam e digam: &#8216;Lá vem o fotógrafo&#8217;&#8221;. A influência de Cartier-Bresson não para por aí. Rai também é adepto do momento decisivo, capaz de mostrar todo o mistério e as informações possíveis de uma determinada cena. Uma oportunidade que dura menos que um segundo. E foram essas sucessões de segundos que fizeram a fama de Raghu Rai que quase chegou a ser deserdado pelo pai quando resolveu abandonar a carreira de engenheiro civil para entrar na fotografia.</p>
<p>Em breve duas exposições em Londres apresentam sua trajetória. Não há ainda confirmação do local, segundo o <em>The Observer</em> deste domingo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/a-jornada-de-um-momento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conhecimento Intuitivo</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/conhecimento-intuitivo/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/conhecimento-intuitivo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 19:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Bea Meyer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=953</guid>
		<description><![CDATA[Uma exposição extremamente interessante. Imagens brilhantes surgem das linhas simples. Quem trabalha é a intuição e a imaginação. Uma pena que não deixem as linhas falarem por elas mesmas. Parece que hoje a arte precise ser extremamente cerebral, acadêmica e possuir um Doctor of Philosophy para ter qualquer legitimidade. É o que tenta o texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma exposição extremamente interessante</strong>. Imagens brilhantes surgem das linhas simples. Quem trabalha é a intuição e a imaginação. Uma pena que não deixem as linhas falarem por elas mesmas. Parece que hoje a arte precise ser extremamente cerebral, acadêmica e possuir um Doctor of Philosophy para ter qualquer legitimidade. É o que tenta o texto que &#8216;explica&#8217; a exposição <em>Aim, Shoot and Hig Dead Centre </em>de Bea Meyer que segue até o dia 13 de fevereiro na Galeria B2 em Leipzig &#8212; Lípsia em português (!). A arte não se explica mais por ela mesma. Precisa de um texto.</p>
<p>&#8220;É um chamado para a ação ou uma descrição de uma ação completa? É uma conteúdo explícito de uma ação a pré-condição ou é o centro atingido na passagem?&#8221;. E por aí vai. Dispenso a explicação, vou direto à arte, que é excelente.</p>
<p><img class="size-full wp-image-954 alignnone" style="border: 0;" title="Bea Meyer, 2009" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/01/Bea-Meyer-2009.jpg" alt="Bea Meyer, 2009" width="380" height="497" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/conhecimento-intuitivo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Partiu da realidade, aos 89</title>
		<link>http://blog.revistainventa.com.br/935/</link>
		<comments>http://blog.revistainventa.com.br/935/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 18:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>(BR)</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Rápidas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.revistainventa.com.br/?p=935</guid>
		<description><![CDATA[uma produtora de Paris, Eric Rohmer morreu nesta segunda-feira aos 89 anos. Rohmer começou a carreira como editor da lendária Cahier du Cinéma, revista berço para os diretores que viriam a formar a Nouvelle Vague, como Truffault e Godard. Rohmer foi um dos que mais tarde largou as máquinas de escrever e a redação para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-936" style="margin-left: 0px; margin-right: 10px; border: 0px;" title="Françoise Fabian em Seis Contos Morais III, 1961" src="http://blog.revistainventa.com.br/uploads/2010/01/Françoise-Fabian-1959.jpg" alt="Françoise Fabian em Seis Contos Morais III, 1961" width="390" height="269" />uma produtora de Paris, Eric Rohmer morreu nesta segunda-feira aos 89 anos.</strong> Rohmer começou a carreira como editor da lendária Cahier du Cinéma, revista berço para os diretores que viriam a formar a Nouvelle Vague, como Truffault e Godard. Rohmer foi um dos que mais tarde largou as máquinas de escrever e a redação para se dedicar à caneta-câmera &#8211; <em>camera stylo </em>- e virar um dos imortais do cinema mundial, ganhando um Leão de Ouro em Veneza pelo conjunto da obra, em 2001.</p>
<p>Seja o céu de Rohmer a semelhança de um dos 24 filmes que produziu, ele estará agora num resort à beira da praia discutindo relacionamentos conjugais. Foi a temática predominante do diretor, que começou a carreira em 1059, ganhando notoriedade  na conclusão de <em>Seis Contos Morais </em>sobre a força ante as tentações amorosas e sua consequente redenção.</p>
<p> </p>
<p>Contraditório, os homens de Rohmer quase nunca deram espaço ao adultério em suas vidas. Duro, mas longe da realidade. Por outro lado, exatamente pelo motivo de ser algo díspar da realidade, não filmava closes. Não é a maneira como vemos as pessoas, dizia simplesmente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.revistainventa.com.br/935/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
